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		<title>Vamos falar de crise?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Atila Belloquim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 06:15:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Livros Recomendados]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
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					<description><![CDATA[De tudo o que já se falou sobre a atual crise, um aspecto me parece sobressair: o forte componente ético associado ao desabamento que estamos vivenciando. Embora muita gente importante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style='display:none;' class='shareaholic-canvas' data-app='share_buttons' data-title='Vamos falar de crise?' data-link='https://arquiteturacorporativa.com.br/2009/04/vamos-falar-de-crise/' data-app-id-name='category_above_content'></div><p>De tudo o que já se falou sobre a atual crise, um aspecto me parece sobressair: o forte componente ético associado ao desabamento que estamos vivenciando.</p>
<p class="MsoNormal">Embora muita gente importante tenha se manifestado a este respeito, gostaria de recolher três opiniões de origens bastante distintas, mas que apontam na mesma direção.</p>
<p class="MsoNormal">Em primeiro lugar, temos o pensador brasileiro Eduardo Giannetti. Em seu excelente livro &#8220;<a title="Giannetti: Vícios Privados, Benefícios Públicos?" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=6030&amp;tipo=2&amp;isbn=8535911197" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vícios Provados, Benefícios Públicos?</a>&#8221; , ele já argumentava, em 1994, que a ética é essencial para o funcionamento do capitalismo.</p>
<p class="MsoNormal">Depois temos o papa Bento XVI, que vem repetidamente lembrando o quanto esta crise atual é, principalmente, uma crise de valores.</p>
<p class="MsoNormal">Por último, refiro-me a uma reportagem de capa recente da revista Exame, que se pergunta &#8220;O que deu errado com o Bônus?&#8221;.</p>
<p class="MsoNormal">Em comum, aponta-se para a ganância excessiva como uma das principais fontes do problema.</p>
<p class="MsoNormal">Alguns ideólogos jurássicos e oportunistas estão a regozijar-se com a crise como sendo “o fim do neoliberalismo” e até mesmo “o fim do capitalismo” (!)</p>
<p class="MsoNormal">É evidente que não se trata disso. O Socialismo que tais críticos defendem provou desastrosamente seus resultados. E mesmo o <strong><em>welfare state</em></strong> de tipo europeu há tempos encontra-se em um beco sem saída. Foi justamente o “neoliberalismo” que permitiu um dos mais longos e prósperos ciclos de crescimento econômico na história contemporânea, retirando milhões de pessoas da miséria em diversos países em desenvolvimento.</p>
<p class="MsoNormal">Portanto, temos o paradoxo de que a liberdade econômica e estímulo ao empreendedorismo de tipo norte-americano foram ao mesmo tempo os causadores tanto do longo período de pujança econômica quanto do atual desabamento dos mercados. Ou seja, a “ganância” levou ao longo período de forte crescimento, mas foi também a causa do desastre.</p>
<p class="MsoNormal">Quando – e onde – encontraremos o meio termo?</p>
<p class="MsoNormal">O discurso de governos e economistas tem ido na direção de “maior regulamentação”. Ora, regulamentação não tem faltado. A lei <em>Sarbanes-Oxley</em> (SOX) é draconiana em seus controles. Nunca houve –teoricamente, ao menos- tanto controle, tanta transparência, tanta boa governança, tanto acesso à informação das empresas quanto temos hoje. E nada disso adiantou&#8230; Será que ainda mais regulamentação resolverá o problema? Ou será que o buraco é mais embaixo?</p>
<p class="MsoNormal">Voltaremos ao assunto.</p>
<p class="MsoNormal">Comentários?</p>
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