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	Comentários sobre: Arquitetura Corporativa: Muito mais do que TI	</title>
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	<description>Ação Estratégica: Visão, Estratégia, Arquitetura e Execução</description>
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		<title>
		Por: Mauricio Pimenta		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2011/11/arquitetura-corporativa-e-mais-do-que-ti/#comments/570</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Pimenta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Mar 2012 22:41:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=317#comment-570</guid>

					<description><![CDATA[Muito boa sua visão e abordagem, como sempre. Alias, gostaria de saber: no modelo atual, aonde se posiciona as atividades relacionadas com o desenvolvimento das capacidades, tecnologias operacionais e infraestrutura ? Terão que estar posicionadas na camada de Processos de Negócio, certo ? O que mistura as coisas. Daí ser muito lógico colocar estes referidos Recursos Organizacionais em uma camada separada.

Uma primeira dúvida: no seu modelo, pelo que entendi do artigo você está substituindo duas camadas (Sistema de Informação e Infraestrutura de TI) por uma única chamada Recursos Organizacionais. Abaixo, dela são apenas categorias e não uma nova camada. Assim, seu modelo teria Estrategia, Processos de Negócio e Recursos Organizacionais. É isso ?

A segunda dúvida, ou sugestão segundo meu ponto de vista, exige que primeiro eu faça este posicionamento abaixo.

Os sistemas de informação são na verdade automatizadores dos processos de negócio que, tendo como premissa a boa qualidade do, &quot;apenas&quot; agilizam o atingimento de objetivos de negócio. Por suas capacidades, agregam valor, controle e competitividade. Geram apenas um produto final: a informação atendendo a requisitos de negócio de qualidade, segurança e fiduciários, gerando como benefício um melhor desempenho das unidades de negócio. Ao meu ver, por serem uma representação do próprio processo de negócio na forma automatizada,  estão em uma camada própria tambem, tal como aqueles.

Quanto à camada de infraestrutura, esta é a responsável por viabilizar estes sistemas de informação e, quanto mais avançada, mais habilitará os sistemas de informação à entregar automatização e sofisticação na forma de possibilidades, criatividade e competitividade, gerando mais valor para os processos de negócio. Por isto,  sua complexidade e importância lhe rendeu uma camada particular.

Quando traço um paralelo com processos de negócios vejo que:

As competências, tecnologias operacionais e infra-estrutura física são os pré-requisitos para a viabilização de cada linha de negócio, produto ou entidade organzacional. Assim, ela viabiliza tecnicamente o processo de negócio.  Quero dizer que estes recursos organizacionais são aqueles indispensáveis para a existência do produto final. Por outro lado, a TI  poderia nem existir na empresa, em teoria, e mesmo assim aquele produto seria produzido. Neste caso, tambem não existiria a camada de SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, pelo menos como é definida hoje. Entretanto acho que essa possibilidade é remota, pois na prática seria impossível competir no mercado atual.

Ainda, os sistemas de informação tambem poderão ser afetados em seu design e funcionalidade pela existência ou não de tais recursos organizacionais, ou pelo grau de complexidade e tecnológico dos mesmos, o que coloca a TI em um nível funcional diferente e abaixo deste recursos organizacionais.

Adicionalmente, tal como os processos de negócio, os processos de TI tambem requerem competências, tecnologias operacionais e infraestrutura física para produzirem sistemas de Informação que no final irão atender aos objetivos de negócio.

Dúvidas: Não seria o caso de, no modelo atual, colocarmos uma nova camada de Infrestrutura de Negócio (nos referindo às competências, tecnologias operacionais e infra-estrutura física) entre Processos de Negócio e Sistemas de Informação, em vez de agruparmos em uma única camada segmentada de Recursos Organizacionais ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito boa sua visão e abordagem, como sempre. Alias, gostaria de saber: no modelo atual, aonde se posiciona as atividades relacionadas com o desenvolvimento das capacidades, tecnologias operacionais e infraestrutura ? Terão que estar posicionadas na camada de Processos de Negócio, certo ? O que mistura as coisas. Daí ser muito lógico colocar estes referidos Recursos Organizacionais em uma camada separada.</p>
<p>Uma primeira dúvida: no seu modelo, pelo que entendi do artigo você está substituindo duas camadas (Sistema de Informação e Infraestrutura de TI) por uma única chamada Recursos Organizacionais. Abaixo, dela são apenas categorias e não uma nova camada. Assim, seu modelo teria Estrategia, Processos de Negócio e Recursos Organizacionais. É isso ?</p>
<p>A segunda dúvida, ou sugestão segundo meu ponto de vista, exige que primeiro eu faça este posicionamento abaixo.</p>
<p>Os sistemas de informação são na verdade automatizadores dos processos de negócio que, tendo como premissa a boa qualidade do, &#8220;apenas&#8221; agilizam o atingimento de objetivos de negócio. Por suas capacidades, agregam valor, controle e competitividade. Geram apenas um produto final: a informação atendendo a requisitos de negócio de qualidade, segurança e fiduciários, gerando como benefício um melhor desempenho das unidades de negócio. Ao meu ver, por serem uma representação do próprio processo de negócio na forma automatizada,  estão em uma camada própria tambem, tal como aqueles.</p>
<p>Quanto à camada de infraestrutura, esta é a responsável por viabilizar estes sistemas de informação e, quanto mais avançada, mais habilitará os sistemas de informação à entregar automatização e sofisticação na forma de possibilidades, criatividade e competitividade, gerando mais valor para os processos de negócio. Por isto,  sua complexidade e importância lhe rendeu uma camada particular.</p>
<p>Quando traço um paralelo com processos de negócios vejo que:</p>
<p>As competências, tecnologias operacionais e infra-estrutura física são os pré-requisitos para a viabilização de cada linha de negócio, produto ou entidade organzacional. Assim, ela viabiliza tecnicamente o processo de negócio.  Quero dizer que estes recursos organizacionais são aqueles indispensáveis para a existência do produto final. Por outro lado, a TI  poderia nem existir na empresa, em teoria, e mesmo assim aquele produto seria produzido. Neste caso, tambem não existiria a camada de SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, pelo menos como é definida hoje. Entretanto acho que essa possibilidade é remota, pois na prática seria impossível competir no mercado atual.</p>
<p>Ainda, os sistemas de informação tambem poderão ser afetados em seu design e funcionalidade pela existência ou não de tais recursos organizacionais, ou pelo grau de complexidade e tecnológico dos mesmos, o que coloca a TI em um nível funcional diferente e abaixo deste recursos organizacionais.</p>
<p>Adicionalmente, tal como os processos de negócio, os processos de TI tambem requerem competências, tecnologias operacionais e infraestrutura física para produzirem sistemas de Informação que no final irão atender aos objetivos de negócio.</p>
<p>Dúvidas: Não seria o caso de, no modelo atual, colocarmos uma nova camada de Infrestrutura de Negócio (nos referindo às competências, tecnologias operacionais e infra-estrutura física) entre Processos de Negócio e Sistemas de Informação, em vez de agruparmos em uma única camada segmentada de Recursos Organizacionais ?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Edmundo Andrade		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2011/11/arquitetura-corporativa-e-mais-do-que-ti/#comments/136</link>

		<dc:creator><![CDATA[Edmundo Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 19:13:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=317#comment-136</guid>

					<description><![CDATA[Parabéns ao autor deste artigo instigante.
Quero destacar que Sistema de Informação (SI) deve ser entendida como a camada da arquitetura relacionada às necessidades de informação da empresa (e isso é corporativo), independentemente do uso de tecnologias mais antigas (pastas e arquivos físicos) ou mais modernas (cloud computing, web services, mashups, computação móvel, computação ubíqua, data mining etc.). A camada &quot;infraestrutura de TI&quot; é, de fato, o reconhecimento de que muitas necessidades de informação (mapeadas pela camada SI) dependem de uma bem planejada infraestrutura de Tecnologia de Informação, composta por diversos processos de TI, gerenciados e operados por pessoas competentes. Eis alguns exemplos de processos de TI: (ex: suporte a usuário, gerenciamento de contratos de TI, controle da segurança das informações, gerenciamento de backups, manutenção dos computadores, impressoras, equipamentos de rede etc.).
Alguém citou o importante papel da governança de TI nas organizações modernas. Quando ela está restrita aos limites de um departamento ou diretoria (liderado por um CIO), muitas oportunidades de alavancagem dos negócios são perdidas. O desafio dos CIOs é mostrar aos donos da empresa (board) como a TI pode ser usada estrategicamente em benefício da organização. Nesse contexto, quem trabalha com TI deve aprender a linguagem corporativa (nisso, os frameworks de Arquiterura Corporativa podem ajudar).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns ao autor deste artigo instigante.<br />
Quero destacar que Sistema de Informação (SI) deve ser entendida como a camada da arquitetura relacionada às necessidades de informação da empresa (e isso é corporativo), independentemente do uso de tecnologias mais antigas (pastas e arquivos físicos) ou mais modernas (cloud computing, web services, mashups, computação móvel, computação ubíqua, data mining etc.). A camada &#8220;infraestrutura de TI&#8221; é, de fato, o reconhecimento de que muitas necessidades de informação (mapeadas pela camada SI) dependem de uma bem planejada infraestrutura de Tecnologia de Informação, composta por diversos processos de TI, gerenciados e operados por pessoas competentes. Eis alguns exemplos de processos de TI: (ex: suporte a usuário, gerenciamento de contratos de TI, controle da segurança das informações, gerenciamento de backups, manutenção dos computadores, impressoras, equipamentos de rede etc.).<br />
Alguém citou o importante papel da governança de TI nas organizações modernas. Quando ela está restrita aos limites de um departamento ou diretoria (liderado por um CIO), muitas oportunidades de alavancagem dos negócios são perdidas. O desafio dos CIOs é mostrar aos donos da empresa (board) como a TI pode ser usada estrategicamente em benefício da organização. Nesse contexto, quem trabalha com TI deve aprender a linguagem corporativa (nisso, os frameworks de Arquiterura Corporativa podem ajudar).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Armando Nascimento		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2011/11/arquitetura-corporativa-e-mais-do-que-ti/#comments/135</link>

		<dc:creator><![CDATA[Armando Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 12:07:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=317#comment-135</guid>

					<description><![CDATA[Atila, considero o  metamodelo proposto muito interessante.  Ele trata o ambiente sociotécnico de uma organização complexa de forma mais sistêmica e integrada, evitando o viés exagerado de TI. Ele estimula o arquiteto a ver de forma equilibrado o peso dos fatores, humanos, tecnológicos e logísticos na representação da arquitetura de uma organização e parece muito adequado para servir de base para modelagem de empresas de conhecimento/inteligencia. Creio que este é um caminho que merece ser explorado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atila, considero o  metamodelo proposto muito interessante.  Ele trata o ambiente sociotécnico de uma organização complexa de forma mais sistêmica e integrada, evitando o viés exagerado de TI. Ele estimula o arquiteto a ver de forma equilibrado o peso dos fatores, humanos, tecnológicos e logísticos na representação da arquitetura de uma organização e parece muito adequado para servir de base para modelagem de empresas de conhecimento/inteligencia. Creio que este é um caminho que merece ser explorado.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fernando Botafogo		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2011/11/arquitetura-corporativa-e-mais-do-que-ti/#comments/134</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Botafogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 14:08:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=317#comment-134</guid>

					<description><![CDATA[Prezados amigos.
Achei muito boas tanto a colocação quanto a sugestão de evolução da segmentação das camadas arquitetônicas, mas minha percepção de necessidade vai além. 
Como tudo nessa vida, é uma questão de maturidade. 
Não percebo os gestores querendo utilizar AE e sentindo dificuldades em função da incompletude do ferramental.
Vivemos um momento colaborativo e evolucionista. 
Por isso o enorme sucesso das redes e dos wikis. 
Por isso o enorme sucesso do conceito aberto para métodos, práticas e ferramentas. 
A velocidade pressupõe essas dois processos: colaborar e evoluir e a premissa “aberto”.
Mas nossos gestores de alto nível, que militam a esfera do estratégico estão muito longe da tecnologia.
Sequer sabem do que se trata e até demonstram certa empáfia quando o tema é abordado no nível de funcionalidade. 
Isso é fruto de uma geração que acha, pejorativamente, que TI é para técnicos.
Via de regra, nosso CIO não se senta no board de decisão. 
Só nas empresas mais maduras é que se vê a figura do Diretor de Tecnologia, assim mesmo ele está lá para traduzir TI e defender com um discurso de negócio, os planos e os orçamentos. 
Essas camada técnica é complicada de se explicar e de se entender, e como o conceito de arquitetura é historicamente oriundo da TI, é visto como mais um esforço de explicar o que não quer ser entendido.
Vamos em frente sim, precisamos aprimorar nosso ferramental que tem se mostrado de uma utilidade fabulosa para a TI e para a média gerência das áreas operacionais que estão preocupados em aperfeiçoar e racionalizar. 
Ainda sonhamos com decisões estratégicas sendo tomadas com base na análise de cenários dos modelos de AE, mas essa realidade ainda está longe. 
É necessário evoluir nosso ferramental e acrescentar esse conhecimento nos treinamentos desde as universidades até os cursos de especialização de executivos.
É necessário aguardar que novas gerações de executivos passem a fazer parte do board com esse modelo mental de tomada de decisão. 
Até lá, para nós que estamos um passo à frente do nosso tempo e que somos os mateiros de plantão, resta continuar com nossa pregação e evangelização.
Abraços a todos.
Fernando Botafogo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados amigos.<br />
Achei muito boas tanto a colocação quanto a sugestão de evolução da segmentação das camadas arquitetônicas, mas minha percepção de necessidade vai além.<br />
Como tudo nessa vida, é uma questão de maturidade.<br />
Não percebo os gestores querendo utilizar AE e sentindo dificuldades em função da incompletude do ferramental.<br />
Vivemos um momento colaborativo e evolucionista.<br />
Por isso o enorme sucesso das redes e dos wikis.<br />
Por isso o enorme sucesso do conceito aberto para métodos, práticas e ferramentas.<br />
A velocidade pressupõe essas dois processos: colaborar e evoluir e a premissa “aberto”.<br />
Mas nossos gestores de alto nível, que militam a esfera do estratégico estão muito longe da tecnologia.<br />
Sequer sabem do que se trata e até demonstram certa empáfia quando o tema é abordado no nível de funcionalidade.<br />
Isso é fruto de uma geração que acha, pejorativamente, que TI é para técnicos.<br />
Via de regra, nosso CIO não se senta no board de decisão.<br />
Só nas empresas mais maduras é que se vê a figura do Diretor de Tecnologia, assim mesmo ele está lá para traduzir TI e defender com um discurso de negócio, os planos e os orçamentos.<br />
Essas camada técnica é complicada de se explicar e de se entender, e como o conceito de arquitetura é historicamente oriundo da TI, é visto como mais um esforço de explicar o que não quer ser entendido.<br />
Vamos em frente sim, precisamos aprimorar nosso ferramental que tem se mostrado de uma utilidade fabulosa para a TI e para a média gerência das áreas operacionais que estão preocupados em aperfeiçoar e racionalizar.<br />
Ainda sonhamos com decisões estratégicas sendo tomadas com base na análise de cenários dos modelos de AE, mas essa realidade ainda está longe.<br />
É necessário evoluir nosso ferramental e acrescentar esse conhecimento nos treinamentos desde as universidades até os cursos de especialização de executivos.<br />
É necessário aguardar que novas gerações de executivos passem a fazer parte do board com esse modelo mental de tomada de decisão.<br />
Até lá, para nós que estamos um passo à frente do nosso tempo e que somos os mateiros de plantão, resta continuar com nossa pregação e evangelização.<br />
Abraços a todos.<br />
Fernando Botafogo</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gledson		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2011/11/arquitetura-corporativa-e-mais-do-que-ti/#comments/132</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gledson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 02:40:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=317#comment-132</guid>

					<description><![CDATA[Com todo respeito ao seu artigo, nao vejo sentido ou legitimidade em seu plano de difusao de metamodelos.
As possiveis limitacoes dos frameworks que vc comentou sao justamente as mesmas limitacoes que os frameworks tentam resolver,
atraves de instrumentizacao incorporada de conceitos classicos da engenharia de software.
A pilha que vc descreve em tempos de cloud computing seria confusa para qualquer organizacao moderna.
Como imaginar a instanciacao de seus &quot;metamodelos&quot; que por si soh carregam visoes incoerentes de problemas que a  decadas crescem.
A descricao de tais problemas nao sao metamodelos, pois nao descrevem modelos, apenas descrevem problemas reais ja instanciados.
Isso limitaria muito a reutilizacao do framework, assim como diminuiria o poder de abstracao de novos problemas empresariais descorrentes de novas visoes, limitacoes de recursos e estrategias diversas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com todo respeito ao seu artigo, nao vejo sentido ou legitimidade em seu plano de difusao de metamodelos.<br />
As possiveis limitacoes dos frameworks que vc comentou sao justamente as mesmas limitacoes que os frameworks tentam resolver,<br />
atraves de instrumentizacao incorporada de conceitos classicos da engenharia de software.<br />
A pilha que vc descreve em tempos de cloud computing seria confusa para qualquer organizacao moderna.<br />
Como imaginar a instanciacao de seus &#8220;metamodelos&#8221; que por si soh carregam visoes incoerentes de problemas que a  decadas crescem.<br />
A descricao de tais problemas nao sao metamodelos, pois nao descrevem modelos, apenas descrevem problemas reais ja instanciados.<br />
Isso limitaria muito a reutilizacao do framework, assim como diminuiria o poder de abstracao de novos problemas empresariais descorrentes de novas visoes, limitacoes de recursos e estrategias diversas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leonardo Piedade		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2011/11/arquitetura-corporativa-e-mais-do-que-ti/#comments/131</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Piedade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 12:02:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=317#comment-131</guid>

					<description><![CDATA[Atila, acredito que atualmente essa seja a maior causa da falta de adesão dos frameworks, as áreas de negócio entendem esses frameworks como algo de TI para a TI, e como você mencionou na prática eles realmente são. Apesar do entendimento teórico dos frameworks, o uso deles na prática pode se tornar complicado e oneroso para muitas empresas, isso se agrava ao  considerarmos que alguns dos retornos são difíceis de se quantificar e consequentemente isso dificulta a comprovação dos benefícios que essas práticas trazem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atila, acredito que atualmente essa seja a maior causa da falta de adesão dos frameworks, as áreas de negócio entendem esses frameworks como algo de TI para a TI, e como você mencionou na prática eles realmente são. Apesar do entendimento teórico dos frameworks, o uso deles na prática pode se tornar complicado e oneroso para muitas empresas, isso se agrava ao  considerarmos que alguns dos retornos são difíceis de se quantificar e consequentemente isso dificulta a comprovação dos benefícios que essas práticas trazem.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Carlos Marques		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2011/11/arquitetura-corporativa-e-mais-do-que-ti/#comments/129</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 16:34:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=317#comment-129</guid>

					<description><![CDATA[Todo o bom remédio, de tanto uso, um dia pode se tornar um veneno! O &quot;processamento eletrônico de dados&quot; atualmente revestido de TI ou IT é esse remédio.

Muito bom sua iniciativa. TI é uma ferramenta operacional de base assim como a área de Manutenção Industrial e, só.

A cultura de gestão coorporativa será resgatada através de iniciativas tal como a sua. No seu modêlo sugiro aplicar destaque para Competências além Competência e também Competências.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo o bom remédio, de tanto uso, um dia pode se tornar um veneno! O &#8220;processamento eletrônico de dados&#8221; atualmente revestido de TI ou IT é esse remédio.</p>
<p>Muito bom sua iniciativa. TI é uma ferramenta operacional de base assim como a área de Manutenção Industrial e, só.</p>
<p>A cultura de gestão coorporativa será resgatada através de iniciativas tal como a sua. No seu modêlo sugiro aplicar destaque para Competências além Competência e também Competências.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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