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	Comentários sobre: Cinco razões para se tornar um Arquiteto Corporativo	</title>
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	<description>Ação Estratégica: Visão, Estratégia, Arquitetura e Execução</description>
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		<title>
		Por: Hayllander Imortal		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/940</link>

		<dc:creator><![CDATA[Hayllander Imortal]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 17:37:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este artigo é de 5 (cinco) anos atrás o que demonstra como as coisas na TI se parecem com a moda. Sempre retornam como sendo coisa nova, mas que na verdade é mais do mesmo.
O que ocorre hoje nas empresas é que essa galera nova não quer mais dá o sangue. São poucos que vão a fundo no negócio. Vivem de soluções superficiais e focados principalmente na rotatividade (atrás de coisa melhor pra mim e não para mim/empresa). O velho lema &quot;Não vou a fundo pois o &#039;problema/solução&#039; torna-se meu&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo é de 5 (cinco) anos atrás o que demonstra como as coisas na TI se parecem com a moda. Sempre retornam como sendo coisa nova, mas que na verdade é mais do mesmo.<br />
O que ocorre hoje nas empresas é que essa galera nova não quer mais dá o sangue. São poucos que vão a fundo no negócio. Vivem de soluções superficiais e focados principalmente na rotatividade (atrás de coisa melhor pra mim e não para mim/empresa). O velho lema &#8220;Não vou a fundo pois o &#8216;problema/solução&#8217; torna-se meu&#8221;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Atila Belloquim		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/588</link>

		<dc:creator><![CDATA[Atila Belloquim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 May 2012 16:58:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=217#comment-588</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/587&quot;&gt;Sergio Storch&lt;/a&gt;.

Bom, isso eu sempre disse, e continuo dizendo a meus alunos na pós de Gestão de Projetos.

Acredito que o PMBOK seja excelente em projetos de Engenharia Civil ou Aeroespacial, mas minha experiência é de quase 30 anos em projetos de TI, nos quais se der para aproveitar uns 30-40% do PMBOK é muito.

O próprio PMBOK diz que é responsabilidade da Equipe de Gerenciamento de Projetos adaptá-lo às situações concretas, mas, infelizmente, a comunidade de PMBOK é meio xiita e acredita que se vc não está usando 100% do Guia vc não está gerenciando projeto!

Exemplo concreto: nunca, jamais, em tempo algum, eu vi sentido em fazer gerenciamento quantitativo de risco em projetos de TI, pelo simples fato de que não existem bases de dados históricas confiáveis e que todos os aspectos de TI envolvem inúmeras variáveis não-quantificáveis (como conhecimento, experiência e motivação da equipe).

Portanto, concordo 100% com vc nesse aspecto. Projetos de Arquitetura, ainda mais do que os de TI, envolvem uma enorme carga de aspectos culturais, políticos e psicológicos que impossibilitam uma abordagem &quot;quadradinha&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/587">Sergio Storch</a>.</p>
<p>Bom, isso eu sempre disse, e continuo dizendo a meus alunos na pós de Gestão de Projetos.</p>
<p>Acredito que o PMBOK seja excelente em projetos de Engenharia Civil ou Aeroespacial, mas minha experiência é de quase 30 anos em projetos de TI, nos quais se der para aproveitar uns 30-40% do PMBOK é muito.</p>
<p>O próprio PMBOK diz que é responsabilidade da Equipe de Gerenciamento de Projetos adaptá-lo às situações concretas, mas, infelizmente, a comunidade de PMBOK é meio xiita e acredita que se vc não está usando 100% do Guia vc não está gerenciando projeto!</p>
<p>Exemplo concreto: nunca, jamais, em tempo algum, eu vi sentido em fazer gerenciamento quantitativo de risco em projetos de TI, pelo simples fato de que não existem bases de dados históricas confiáveis e que todos os aspectos de TI envolvem inúmeras variáveis não-quantificáveis (como conhecimento, experiência e motivação da equipe).</p>
<p>Portanto, concordo 100% com vc nesse aspecto. Projetos de Arquitetura, ainda mais do que os de TI, envolvem uma enorme carga de aspectos culturais, políticos e psicológicos que impossibilitam uma abordagem &#8220;quadradinha&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Sergio Storch		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/587</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sergio Storch]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2012 17:44:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=217#comment-587</guid>

					<description><![CDATA[Átila, concordo, mas talvez sejam projetos em que a bitolinha do PMBOK mais atrapalhe do que ajude. As competências requeridas nesse caso são muito mais as de metodologias ágeis como Scrum etc do que as clássicas, que enfatizam mais a compliance com modelos pesados do que a inovação. Para gerenciar projetos desse tipo eu tenho pra mim que as habilidades essenciais são de elicitação de sonhos, aspirações e visões, para as quais o formalismo das metodologias tradicionais de GP não são muito apropriadas. Tô certo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Átila, concordo, mas talvez sejam projetos em que a bitolinha do PMBOK mais atrapalhe do que ajude. As competências requeridas nesse caso são muito mais as de metodologias ágeis como Scrum etc do que as clássicas, que enfatizam mais a compliance com modelos pesados do que a inovação. Para gerenciar projetos desse tipo eu tenho pra mim que as habilidades essenciais são de elicitação de sonhos, aspirações e visões, para as quais o formalismo das metodologias tradicionais de GP não são muito apropriadas. Tô certo?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Atila Belloquim		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/586</link>

		<dc:creator><![CDATA[Atila Belloquim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2012 17:23:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=217#comment-586</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/583&quot;&gt;Sergio Storch&lt;/a&gt;.

Grande Sérgio!

Sua provocação tem lógica, mas é importante a gente lembrar algumas coisas.

Em primeiro lugar, o TOGAF e outros modelos de EA assumem que o Arquiteto Chefe é um profissional &lt;strong&gt;&lt;em&gt;com muita experiência em Gerenciamento de Projetos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, pelo simples motivo de que projetos de Arquitetura Corporativa estão entre os projetos mais difíceis de gerenciar, especialmente pela grande quantidade de &lt;em&gt;stakeholders &lt;/em&gt;envolvidos.

É provável que o Arquiteto Chefe tenha em sua equipe profissionais mais &quot;analíticos&quot;, com certeza. Usando a metáfora das Forças Armadas, o Arquiteto Chefe é o &quot;Comandante-em-Chefe&quot;, mas ele não chegará em lugar nenhum sem um &quot;Estado-Maior&quot; que lhe assessore.

Grande Abraço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/583">Sergio Storch</a>.</p>
<p>Grande Sérgio!</p>
<p>Sua provocação tem lógica, mas é importante a gente lembrar algumas coisas.</p>
<p>Em primeiro lugar, o TOGAF e outros modelos de EA assumem que o Arquiteto Chefe é um profissional <strong><em>com muita experiência em Gerenciamento de Projetos</em></strong>, pelo simples motivo de que projetos de Arquitetura Corporativa estão entre os projetos mais difíceis de gerenciar, especialmente pela grande quantidade de <em>stakeholders </em>envolvidos.</p>
<p>É provável que o Arquiteto Chefe tenha em sua equipe profissionais mais &#8220;analíticos&#8221;, com certeza. Usando a metáfora das Forças Armadas, o Arquiteto Chefe é o &#8220;Comandante-em-Chefe&#8221;, mas ele não chegará em lugar nenhum sem um &#8220;Estado-Maior&#8221; que lhe assessore.</p>
<p>Grande Abraço!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Atila Belloquim		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/584</link>

		<dc:creator><![CDATA[Atila Belloquim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2012 17:19:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=217#comment-584</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/583&quot;&gt;Sergio Storch&lt;/a&gt;.

Grande Sérgio!

Sua provocação tem lógica, mas é importante a gente lembrar algumas coisas.

Em primeiro lugar, o TOGAF e outros modelos de EA assumem que o Arquiteto Chefe é um profissional &lt;strong&gt;&lt;em&gt;com muita experiência em Gerenciamento de Projetos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, pelo simples motivo de que projetos de Arquitetura Corporativa estão entre os projetos mais difíceis de gerenciar, especialmente pela grande quantidade de &lt;em&gt;stakeholders &lt;/em&gt;envolvidos.

É provável que o Arquiteto Chefe tenha em sua equipe profissionais mais &quot;analíticos&quot;, com certeza. Usando a metáfora das Forças Armadas, o Arquiteto Chefe é o &quot;Comandante-em-Chefe&quot;, mas ele não chegará em lugar nenhum sem um &quot;Estado-Maior&quot; que lhe assessore.

Grande Abraço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/583">Sergio Storch</a>.</p>
<p>Grande Sérgio!</p>
<p>Sua provocação tem lógica, mas é importante a gente lembrar algumas coisas.</p>
<p>Em primeiro lugar, o TOGAF e outros modelos de EA assumem que o Arquiteto Chefe é um profissional <strong><em>com muita experiência em Gerenciamento de Projetos</em></strong>, pelo simples motivo de que projetos de Arquitetura Corporativa estão entre os projetos mais difíceis de gerenciar, especialmente pela grande quantidade de <em>stakeholders </em>envolvidos.</p>
<p>É provável que o Arquiteto Chefe tenha em sua equipe profissionais mais &#8220;analíticos&#8221;, com certeza. Usando a metáfora das Forças Armadas, o Arquiteto Chefe é o &#8220;Comandante-em-Chefe&#8221;, mas ele não chegará em lugar nenhum sem um &#8220;Estado-Maior&#8221; que lhe assessore.</p>
<p>Grande Abraço!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Atila Belloquim		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/585</link>

		<dc:creator><![CDATA[Atila Belloquim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2012 17:06:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=217#comment-585</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/582&quot;&gt;Daniela Maier Oliveira&lt;/a&gt;.

Olá Daniela, muito interessante o artigo que vc indicou, obrigado! Bem se vê que não sou o único a pensar assim...

Arquitetura de Negócios é parte da Arquitetura Corporativa, enquanto Arquitetura Empresarial é uma tradução alternativa.

De fato a disciplina é ainda imatura, mas não necessariamente tem a ver com o tamanho da empresa. Tenho um cliente pequeno (300 funcionários, 5 na TI) em que implantamos o TOGAF bem bonitinho. O TOGAF é totalmente customizável, inclusive no sentido da simplificação radical para uso em pequenas empresas. Basta haver patrocínio e &quot;vontade política&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/582">Daniela Maier Oliveira</a>.</p>
<p>Olá Daniela, muito interessante o artigo que vc indicou, obrigado! Bem se vê que não sou o único a pensar assim&#8230;</p>
<p>Arquitetura de Negócios é parte da Arquitetura Corporativa, enquanto Arquitetura Empresarial é uma tradução alternativa.</p>
<p>De fato a disciplina é ainda imatura, mas não necessariamente tem a ver com o tamanho da empresa. Tenho um cliente pequeno (300 funcionários, 5 na TI) em que implantamos o TOGAF bem bonitinho. O TOGAF é totalmente customizável, inclusive no sentido da simplificação radical para uso em pequenas empresas. Basta haver patrocínio e &#8220;vontade política&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sergio Storch		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/583</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sergio Storch]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 May 2012 21:08:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=217#comment-583</guid>

					<description><![CDATA[Caramba, o comentário da Daniela repicou no meu email, e aí vim e reli, e vi  que já tinha passado por aqui 2 anos atrás...
Átila, ao reler este teu post, me veio um insight e venho aqui te provocar. Você coloca a carreira de Arquiteto como uma alternativa oceano azul para o PMP. Eu contraponho o seguinte: quem tem vocação para gerenciar projeto pode não ter vocação para a atividade mais analítica de um Arquiteto. Vejo a carreira de Arquiteto como uma opção de upgrade profissional para outros caras: o Analista de Processos, o Analista de Negócios, e até mesmo o Analista de Sistemas. E para os caras de Planejamento Estratégico e Gestão de Mudança.Já para o PMP existem outros caminhos mais apropriados: basta sair da vala comum do GP que só controla cronogramas, e se diferenciar com o conhecimento de gestão de projetos mais ágil, com gestão de riscos e com inovação. Mas se ele é bom de execução, é pequena a probabilidade de que seja tão bom assim em planejamento, que é onde o Arquiteto se insere. O que vc acha?Um abraço, depois de tanto tempo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caramba, o comentário da Daniela repicou no meu email, e aí vim e reli, e vi  que já tinha passado por aqui 2 anos atrás&#8230;<br />
Átila, ao reler este teu post, me veio um insight e venho aqui te provocar. Você coloca a carreira de Arquiteto como uma alternativa oceano azul para o PMP. Eu contraponho o seguinte: quem tem vocação para gerenciar projeto pode não ter vocação para a atividade mais analítica de um Arquiteto. Vejo a carreira de Arquiteto como uma opção de upgrade profissional para outros caras: o Analista de Processos, o Analista de Negócios, e até mesmo o Analista de Sistemas. E para os caras de Planejamento Estratégico e Gestão de Mudança.Já para o PMP existem outros caminhos mais apropriados: basta sair da vala comum do GP que só controla cronogramas, e se diferenciar com o conhecimento de gestão de projetos mais ágil, com gestão de riscos e com inovação. Mas se ele é bom de execução, é pequena a probabilidade de que seja tão bom assim em planejamento, que é onde o Arquiteto se insere. O que vc acha?Um abraço, depois de tanto tempo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Daniela Maier Oliveira		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/582</link>

		<dc:creator><![CDATA[Daniela Maier Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 May 2012 20:07:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=217#comment-582</guid>

					<description><![CDATA[Atila, muito interessante seu post, recentemente li este outro post que fala sobre PMP : 
http://www.gebh.net/oprimo/2011/10/a-falacia-do-gerenciamento-de-projetos-segundo-o-pmi. Concordo com ambos.
Achei muito interessante a motivação sobre Arqutetura Corporativa, que também já vi mencionarem como Arquitetura de Negócios, Arquitetura Empresarial, Arquitetura da Informação Organizacional e assim por diante.
O grande impedimento que eu percebo nisso é que a disciplina ainda é muito imatura, afirmo isso pela sua complexidade e por verificar que somente em grandes empresas é aplicada.
Tem alguma visão sobre como tornar esta disciplina em algo viável para pequenas empresas?
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atila, muito interessante seu post, recentemente li este outro post que fala sobre PMP : <br />
<a href="http://www.gebh.net/oprimo/2011/10/a-falacia-do-gerenciamento-de-projetos-segundo-o-pmi" rel="nofollow ugc">http://www.gebh.net/oprimo/2011/10/a-falacia-do-gerenciamento-de-projetos-segundo-o-pmi</a>. Concordo com ambos.<br />
Achei muito interessante a motivação sobre Arqutetura Corporativa, que também já vi mencionarem como Arquitetura de Negócios, Arquitetura Empresarial, Arquitetura da Informação Organizacional e assim por diante.<br />
O grande impedimento que eu percebo nisso é que a disciplina ainda é muito imatura, afirmo isso pela sua complexidade e por verificar que somente em grandes empresas é aplicada.<br />
Tem alguma visão sobre como tornar esta disciplina em algo viável para pequenas empresas?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Teste		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/580</link>

		<dc:creator><![CDATA[Teste]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 20:03:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=217#comment-580</guid>

					<description><![CDATA[Aposto que vc não é PMP , rsrsrsrs]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aposto que vc não é PMP , rsrsrsrs</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Atila Belloquim		</title>
		<link>https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/458</link>

		<dc:creator><![CDATA[Atila Belloquim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 00:47:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.gnosisbr.com.br/?page_id=217#comment-458</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/425&quot;&gt;Suellen Priscila&lt;/a&gt;.

Olá Suellen, a questão é que o assunto ainda é muito novo, e, de fato, a demanda por profissionais de arquitetura ainda é pequena. Não se trata de que não é valorizada, é que é uma profissão quase desconhecida pelos empregadores! Acredito e espero que isso mude o quanto antes!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://arquiteturacorporativa.com.br/2010/01/cinco-razoes-para-se-tornar-um-arquiteto-corporativo/#comments/425">Suellen Priscila</a>.</p>
<p>Olá Suellen, a questão é que o assunto ainda é muito novo, e, de fato, a demanda por profissionais de arquitetura ainda é pequena. Não se trata de que não é valorizada, é que é uma profissão quase desconhecida pelos empregadores! Acredito e espero que isso mude o quanto antes!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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